Archive

short cuts

    • Cavaleiro das Trevas renasce neste serial de 1943, disponível no youtube: 
    • Ainda sobre os renascimentos, e a propósito de um dos maiores escritores de sempre, cuja arte residia, não só mas também, em fazer renascer bibliotecas imaginárias, fica o registo da recuperação das capas de alguns livros que Jorge Luis Borges nunca escreveu:

    • Thank You for the Light é o conto nunca publicado de F. Scott Fitzgerald, e a versão não censurada de The Picture of Dorian Gray vê, finalmente, a luz através da Harvard University Press.
    • O site Flavorwire patrocina uma “worldwide tour” pelas moradas de escritores famosos. Um coisa fiquei a saber: o Burroughs partilhou um apartamento com Rothko. Claro que a eles não se adequava um apartamento banal, era um antigo espaço da YMCA, com cacifos, chuveiros e tudo de direito, a que estes artistas apelidavam de “Bunker”. Há outros exemplos e nomes.
    • Há um ano atrás Nicholas Rombes deu início a uma jornada hercúlea: desconstruir, de 47 em 47 segundos, todo o filme Blue Velvet, de David Lynch, propondo-se a analisar cada segmento. Uma análise, não apenas cinematográfica, mas também sócio-cultural. Uma viagem que está a chegar ao fim. Revisitando a primeira etapa:

And so we begin our year-long journey through Blue Velvet, stopping every 47 seconds. Although released in the U.S. in September 1986, the film lingered at the dark edges of the imagination until the spring of the following year, when it was released on home video by Karl-Lorimar. The rapid ascendency of the VCR and the proliferation of rental stores (in 1980 there were only approximately 2,500 rental stores in the U.S.; by 1987 this had increased to over 27,000) meant that Blue Velvet found its way into the very same sort of leafy small towns as Lumberton. The titles (by Van Der Veer Photo Effects) in their cursive elegance recall a by-gone era, and echo the fluid titles of classical-era films such as George Cukor’s A Double Life (1947). Dennis Hopper’s name—itself a tangle of associations serving as cultural knot points in American culture, ranging from his first film Rebel Without a Cause (1955) to Easy Rider (1969) to Apocalypse Now (1979) — appears against the undulating blue velvet curtain that frames the film’s narrative. The same year as Blue Velvet he would star in Hoosiers playing Shooter, a reverse-image doppelgänger of Frank Booth.

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  • Movie Fashion + Beautiful photos [Candice Minon para Sport & Style] = Guessing Game by  Flavorwire:

 

  • Vem aí um novo documentário sobre umas das melhores bandas de sempre. A esperar ansiosamente por The Rise And Fall Of The Clash (2012).
  • Após 50 anos, Hitchcock destronou Orson Welles na poll do  BFI
  • A Biblioteca do Congresso anunciou uma lista de“Books That Shaped America”
  • The Munsters vão ter um ‘twist’ e regressam pela mão do criador de Pushing Daisies. Quite curious
  • O Batman do Nolan está aí, e o do Warhol e da Nico também:

 

  • The Sopranos revistos “num post relativamente curto”. Das melhores séries de sempre que não é, por isso, imune a críticas. Tenho uma posição diametralmente oposta em  relação a: “16. I don’t know if I’ve ever hated a character as much as I hate Paulie Walnuts. 17. Chris Moltisanti, played by actor Michael Imperioli, is probably my favorite character on the show”. Walnuts for the win!

  • Ainda no domínio televisivo, a NBC está a preparar uma série sobre o  Conde Drácula. O pior: Jonathan Rhys Meyers será o vampiro; O melhor: na produção andam metidos uns senhores responsáveis por  Downton Abbey.
  • Melhores notícias, ainda do reino da televisão: Parece que a HBO anda a preparar alguma coisa com uma das figuras mais hilariantes da tv Stephen Merchant. Isto tem tudo de bom, Hello Ladies contará com Merchant, Gervais e com a equipa de produção executiva de The Office .
  • Em território nacional, anseia-se pela vinda de Dario Argento ao Motelx, em Setembro no S. Jorge; E pelo festival da LER, lá para Dezembro.
  • Entretanto, visitam-se as  casas que Edward Hopper representou em algumas das suas obras, nos idos 20’s. E já agora, a pandilha que tão bem se encaixaria nas suas representações nocturnas nova-iorquinas: