“O tempo adormeceu ao sol da tarde.”

Bee Duffell in Fahrenheit 451. Truffaut. 1966.

 

– Conhece a lei – disse Montag. – Onde está o seu bom senso? Nenhum destes livros concorda um com o outro. Está fechada aqui há anos com uma Torre de Babel. Saia dela! As pessoas nesses livros nunca existiram. Agora venha!

(…)

– Pode parar de contar – disse ela. Abriu ligeiramente os dedos de uma mão e na palma da mão estava um objecto fino.

Um vulgar fósforo de cozinha.

Ray Bradbury. 2006. Fahrenheit 451. Lisboa: Relógio D’Água.

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